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O MINDSET DO FUTURO DO TRABALHO

Atualizado: Ago 19





No vídeo O Profissional do Futuro, Michele Schneider explica como os profissionais conseguirão se diferenciar das máquinas e permanecer humanos em um mundo tão digital. Nem você imaginava que viveria tudo isso em um futuro tão próximo, não é? Que mundo imprevisível! Já reparou como vivemos em constantes mudanças? Tudo que é sólido desmancha no ar é o título do livro de Marshall Berman, que mais do que nunca reflete as características do mundo atual. E é neste mundo, volátil, incerto, complexo e ambíguo – conhecido como VUCA ‒, que você vai gerenciar uma empresa, uma área ou um projeto. Logo, para ser um bom gestor, é importante que você desenvolva um conjunto de competências comportamentais capaz de gerar os resultados desejáveis e a entrega de valor para todos os grupos de interesse de uma organização.

nfelizmente, muitas escolas de gestão não priorizam o desenvolvimento deste tipo de competências, fortalecendo apenas as técnicas que, embora sejam essenciais para o desenvolvimento do trabalho, não são as únicas. Como consequência, as pessoas chegam às organizações e não são capazes de ter comportamentos assertivos que garantam sua empregabilidade ao longo do tempo. Não há dúvidas de que a nova educação do século XXI passa pelo aprendizado das soft skills em qualquer área.

Mas, o que são soft skills?

Na tradução livre, soft skills são as habilidades socioemocionais que precisamos desenvolver para garantir presença no mercado de trabalho. Diferentes das competências técnicas, elas remetem à personalidade e ao comportamento.

Lembre-se sempre de que as organizações contratam as pessoas por suas competências técnicas, mas você mantém sua empregabilidade e aumenta consideravelmente suas oportunidades de crescimento quando desenvolve as competências comportamentais. E mais: As competências técnicas, ao longo do tempo, são substituídas pelas máquinas, mas sempre vamos precisar de alguém para liderar e conduzir times de sucesso.

APRENDER A APRENDER E O EMPREENDEDORISMO COLETIVO

Você sabia que a discussão sobre a inter-relação entre aprendizagem e organização no meio acadêmico não é recente? A maioria das pessoas não imagina, mas ela teve início nos anos 1970. Entretanto, foi a partir da década de 1990, com a difusão do conceito de organizações de aprendizagem, popularizado por Peter Senge (2013), que a discussão passou a efetivamente fazer parte do cotidiano dos gestores e das empresas.

O que seria uma organização que aprende?

Para que uma organização possa ser considerada de aprendizagem, é imprescindível que invista na prática ativa das cinco disciplinas*, entre elas, a revisão do modelo mental, que significa:

* Dominio pessoal

* Modelos mentais

* Visão compartilhada

* Aprendizagem em equipe

* Pensamento sistemikco

Reconhecer que os indivíduos possuem diferentes visões de mundo e consolidar, nas pessoas, uma postura que possibilite discutir determinadas situações sob perspectivas divergentes, ao levar em consideração opiniões totalmente contrárias, construindo, assim, novas visões sobre uma determinada situação ou problema.

O conceito de organizações que aprendem e sua prática ativa tem como pressuposto* o alinhamento do perfil gerencial e a socialização do conhecimento e da informação. *Pressuposto: Aquilo que se supõe antecipadamente; pressuposição, conjectura, suposição.

Será que estamos prontos para implantar esse modelo no dia a dia e nas empresas em que trabalhamos ou gerenciamos? O que seria essencial?

Criar esse ambiente exige a construção de uma cultura dentro da organização, que tenha:

* Enfoque analítico: Para que as pessoas possam desafiar constantemente suas premissas.

* Abordagem participativa: Por meio da reunião de colaboradores com diferentes perspectivas, experiências e competências.

* Conflito construtivo: A diversidade de ideias nos ajuda a olhar o mundo pelos olhos das outrs pessoas.

A intensidade de como isto ocorre depende da organização, do segmento em que ela atua, do local em que estabelece sua base de operação e, sem dúvida, da concorrência que existe em seu setor de atuação. Você sabe por quê? Quanto mais concorrência existe no setor onde a organização desenvolve suas atividades, maior é a necessidade de a empresa inovar para atender aos seus clientes. E, como você já sabe, para inovar, precisamos de conhecimento.

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